Otto Chaves

medicina de família e comunidade

Clínica Geral, Saúde Mental e Práticas Integrativas.

CRM - MG 53.127

TRAJETÓRIA NA MEDICINA

Formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais, em Belo Horizonte/MG, em 2010. Realizou residência em Cirurgia Geral de 2011 a 2013, em seguida começou a atuar como Médico Legista concursado pelo Estado de Minas Gerais e se especializou em Medicina Legal e Perícias Médicas pela Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

A partir de 2014, passou a se dedicar à Saúde Coletiva, com atendimentos em Unidades Básicas de Saúde do SUS, exercendo a Medicina de Família e Comunidade. Concluiu especialização em Atenção Básica em Saúde da Família, participou do Programa de Valorização do Profissional da Atenção Básica, realizou capacitação em fitoterapia pela associação Brasileira de Fitoterapia, além de capacitação continuada e atualização em canabinologia pela Sociedade Brasileira de Estudos da Cannabis.

Nesse período, passou a participar de atividades assistenciais junto a movimentos sociais e organizações não governamentais. Essas experiências trouxeram uma visão mais autocrítica sobre sua atuação dentro da medicina, levando-o a questionar seu processo de produção enquanto médico e despertando o interesse em explorar novas territorialidades na profissão.

Na Atenção Básica do SUS, seu trabalho enfatiza a promoção da saúde integral de populações rurais, comunidades ribeirinhas e povos originários, além da defesa do Sistema Único de Saúde. No campo da saúde indígena, teve e mantém contato com diferentes etnias e aldeias, localizadas nos DSEIs Alto Juruá, Alto Purus e Médio Purus.

Durante essas imersões em território amazônico em busca de contato com saberes, cosmovisões e medicinas ancestrais dos povos originários, que Otto passou a (des-re) construir sua prática clínica, a partir de uma perspectiva mais integral, ética, crítica e afetiva de sua atuação no campo da saúde.

Proposta Clínica

Toda prática clínica responde a uma base filosófico-epistemológica, por conseguinte a uma visão de mundo e aos conceitos que daí são derivados. Otto tem como referencial teórico em sua atuação profissional o materialismo histórico e dialético, método científico de análise que considera a objetividade – a história, a sociedade, a política e a economia -, que se engendra a partir das determinações sociais ao processo de saúde-doença, seja física ou mental. Essa concepção vai demarcar o seu fazer clínico, seu olhar sobre a patologia, sobre a medicalização, sobre o sujeito, sobre as relações e os modos de vida.

A proposta de oferecer atendimentos em Clínica Geral, com um olhar sensível para a saúde mental e se valendo de práticas integrativas, tem como objetivo unir práticas médicas convencionais – como anamnese, exames laboratoriais e medicamentos alopáticos -, a planos de tratamento mais abrangentes e integrados.

Uma abordagem que compreende o sujeito em sua integralidade, que o considera uma síntese das experiências, estilo de vida e condições materiais, com todas as suas contradições, que podem conduzir a um movimento em direção ao desenvolvimento saudável. Por “saudável”, entende-se um desenvolvimento ético, qualitativo e crítico, que não seja moralista, adoecedor ou alienado. Otto entende que o sujeito, em sua gênese, é essencialmente uma síntese entre o interno e o externo, o biológico e o sociocultural, o afetivo e o cognitivo, uma síntese que precisa se movimentar em direção a novas sínteses.

Assim, propõe uma abordagem na qual o médico/terapeuta e o paciente possam romper com essa relação tradicional, tornando-se aliados no processo de cura e investigação dos fatores da mente, corpo, hábitos, relações, bem-estar e da própria doença. Essa relação visa estabelecer uma parceria para a tomada de decisões conjuntas, tanto do plano de cuidado quanto do próprio diagnóstico, com a pessoa sempre decidindo em conjunto as fronteiras entre o normal e o patológico diante dos desafios da vida e do psiquismo. Além disso, visa reforçar o papel ativo da pessoa em seu próprio cuidado, incluindo atividade física, cuidados com o sono, alimentação saudável, abstenção de vícios, vida social, lazer, gestão do uso de telas e outras práticas de cuidado mental e corporal.

No que concerne a saúde mental, busca oferecer uma proposta que visa olhar para a totalidade, para o sujeito de maneira integrada, não apenas para a descrição de sintomas. Uma clínica que nos forneça subsídios para investigar a raiz de questões psíquicas profundas, visando avançar em direção à saúde mental e bem-estar. Uma clínica concebida como espaço de transformação, autorregulação, modulação da potência, motivação/volição e desenvolvimento.

CLÍNICA GERAL E SAÚDE MENTAL

CANNABIS MEDICINAL

PSICODÉLICOS E REDUÇÃO DE DANOS

propostas

01.

Saúde Mental

No que tange à saúde mental, possui experiência nesse tipo de atendimento na atenção básica e Pós-Graduação em Psicologia Clínica Historico-Cultural (Lev Historico Cultural) e formação em Esquizoanálise (Escola Nômade de Filosofia), mas é importante esclarecer que ele não é psiquiatra nem psicólogo. Ainda que durante os atendimentos utilize recursos da clínica psiquiátrica, como a anamnese e medicamentos, possui críticas em relação a certas práticas da psiquiatria hegemônica.

A psiquiatria hegemônica, com seu modelo biomédico focado na medicalização, tende a desvalorizar os aspectos psicossociais no tratamento de pessoas com transtornos mentais e a promover um processo de individualização e biologização da doença, que pouco considera fatores econômicos, políticos e sociais. Esse tipo de abordagem atua como uma engrenagem fundamental na nossa máquina de reprodução social, caracterizada principalmente como uma racionalidade de controle social dos corpos e produção de subjetividades.

 

Esse modelo biomédico, apesar de defender uma teoria multicausal da saúde-doença e apresentar várias causas para os transtornos, destaca os fatores biológicos e limita os aspectos sociais a elementos isolados. Assim, a psiquiatria hegemônica, com o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais), pretende trazer explicações acerca do sofrimento psíquico, mas se limita a descrever e listar sintomas para classificá-los em transtornos. As descrições da psiquiatria podem ser úteis para uma compreensão parcial da realidade — os diagnósticos que esse instrumento de análise nos oferece podem ter suas contribuições a nível de pesquisa, fluxos de encaminhamentos e políticas públicas —, mas são insuficientes e precisa-se ir além. A descrição deve estar subordinada à descoberta da origem e da essência do fenômeno, ou seja, buscar a explicação seguindo uma lógica dialética.

 

Em contraponto, temos a teoria da determinação social do processo saúde-doença, que possui como fundamento o materialismo histórico e dialético, que traz o social e cultural para a centralidade. Essa teoria visa olhar para a totalidade, para o sujeito de maneira integrada, não apenas para a descrição de sintomas. 

 

Assim, como mencionado anteriormente, a proposta é uma abordagem terapêutica com uma clínica que nos forneça subsídios para investigar a raiz de questões psíquicas profundas, visando avançar em direção à saúde mental e bem-estar. Uma clínica concebida como espaço de transformação, autorregulação, modulação da potência, motivação/volição e desenvolvimento.

 

02.

Cannabis Medicinal

O uso da cannabis medicinal é um tema ainda altamente controverso na medicina, devido a questões culturais e à resistência tanto de profissionais da saúde quanto da sociedade em geral. Apesar de décadas de debates, há esperança de que, a médio prazo, os benefícios dessa abordagem superem os estigmas associados a ela. Estudos têm consistentemente demonstrado as vantagens da cannabis no tratamento de várias doenças crônicas e neurológicas graves. À medida que mais pesquisas de sucesso são documentadas, evidenciando a segurança e eficácia, a cannabis medicinal vai se consolidando como uma opção terapêutica válida para a sociedade.

Embora o Brasil ainda tenha um longo caminho a percorrer no que diz respeito ao uso da cannabis medicinal, a regulamentação da Anvisa em dezembro de 2019 foi um marco importante nesse processo. No entanto, mesmo com essa regulamentação, há ainda restrições significativas à produção e comercialização dos produtos à base de cannabis medicinal.

Um aspecto fundamental a ser considerado é a composição da planta, que contém mais de 1.500 componentes químicos, incluindo mais de 120 fitocanabinóides. Os principais e mais estudados são o tetrahidrocanabinol (THC) e o canabidiol (CBD), além de outros canabinoides menores como canabigerol (CBG), canabicromeno (CBC), canabinol (CBN) e canabinodiol (CBDL).

Nosso organismo possui receptores canabinoides (CB1 e CB2) que permitem a interação com essas substâncias, possibilitando a modulação do nosso metabolismo celular. Esses receptores estão presentes em praticamente todos os sistemas do corpo de mamíferos, incluindo cérebro, medula espinhal, intestino, entre outros, e fazem parte do que hoje é conhecido como sistema endocanabinoide. Sabe-se que há uma maior concentração de receptores CB1 no cérebro e sistema nervoso central, enquanto os receptores CB2 estão mais presentes nas células do sistema imunológico e regiões periféricas do corpo.

A interação dos fitocanabinóides com o sistema endocanabinoide desempenha um papel crucial na regulação de diversas funções vitais, como dor, apetite, humor, memória e sono. O óleo de cannabis é uma forma eficaz de utilizar a planta, permitindo uma dosagem controlada dos componentes ativos. A combinação de THC e CBD, juntamente com outros fitocanabinóides, terpenos e flavonoides presentes nos óleos de espectro amplo (full spectrum), visa reduzir os efeitos colaterais, pois o efeito entourage possibilita uma ação mais eficaz nos receptores canabinoides com uma dosagem menor do que o CBD isolado.

As indicações terapêuticas da cannabis medicinal incluem o tratamento da epilepsia, dores neuropáticas, sintomas comportamentais e motores em pacientes com Alzheimer e Transtorno do espectro autista, além de promover melhorias na qualidade de vida e bem-estar. O óleo de cannabis também tem demonstrado efeitos semelhantes aos medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, auxiliando no alívio da ansiedade, estresse, insônia e outros problemas de saúde mental. A prescrição varia conforme o paciente e a doença, sendo recomendável começar com doses mínimas e ajustá-las ao longo do tratamento.

Em resumo, a cannabis medicinal oferece uma série de benefícios terapêuticos significativos, muitos dos quais não são alcançados com medicamentos convencionais. Seu potencial de tratamento é amplo e diversificado, podendo substituir medicamentos que podem ser prejudiciais em uso contínuo ou ser associada a medicamentos alopáticos em casos refratários, oferecendo esperança para pacientes com uma variedade de condições médicas.

03.

Psicodélicos e Redução de Danos

No que concerne aos psicodélicos e à redução de danos, o objetivo é oferecer orientação sobre as substâncias e suas possíveis experiências, destacando tanto os eventuais riscos quanto os potenciais benefícios, além de fornecer informações atualizadas da literatura científica sobre o tema.

Além disso, visa colaborar na preparação de pessoas que pretendem entrar em contato de forma independente com psicodélicos (como em contextos de cerimônias ancestrais com povos originários), e auxiliar no processo de integração dessas experiências. Também pretende orientar no reconhecimento de ferramentas internas que ajudem a navegar tanto em momentos de calma quanto em períodos de turbulência durante a experiência psicodélica.

É importante ressaltar que a prática da Psicoterapia Assistida por Psicodélicos (PAP) não está regulamentada no Brasil, sendo permitida apenas em contextos de pesquisa devido ao seu caráter experimental. No âmbito da medicina psicodélica, participou da primeira turma de Formação para Pesquisa em PAP no Instituto Phaneros, onde recebeu treinamento com pesquisadores da MAPS para o protocolo de pesquisa com MDMA no tratamento do TEPT, além de treinamento com pesquisadores do Instituto USONA para o protocolo de pesquisa com psilocibina no tratamento do transtorno depressivo.

Apesar do caráter experimental no Brasil, diversos estudos têm apresentado resultados promissores da PAP no tratamento de diferentes condições de sofrimento mental, com potenciais benefícios significativos. A terapêutica psicodélica, ao influenciar a neuroplasticidade cerebral, amplia as possibilidades de exploração de um campo de experimentação que potencializa instrumentos analíticos para a compreensão da realidade em suas diversas dimensões, contribuindo para a criação de novos significados. Isso tem o potencial de promover transformações não apenas em níveis subjetivos e/ou individuais, mas também em níveis concretos e/ou coletivos, ampliando os horizontes para a superação de contradições pessoais e do atual modo de produção e reprodução da vida.

Dúvidas Frequentes

O atendimento em clínica geral é a porta de entrada do paciente no sistema de saúde, conduzido por um clínico geral ou médico de família. Esse profissional está capacitado para diagnosticar e tratar uma ampla variedade de condições, desde problemas agudos até doenças crônicas, além de atuar na promoção da saúde e na prevenção de enfermidades.

A consulta segue uma abordagem estruturada, iniciando com a coleta de informações sobre história de vida, sintomas, histórico médico e hábitos do paciente, além do exame físico quando a consulta é presencial. Com base nessa avaliação, o médico formula hipóteses diagnósticas e pode solicitar exames complementares como laboratoriais e de imagem, para confirmação. O tratamento pode envolver prescrição de medicamentos, mudanças no estilo de vida e acompanhamento contínuo, quando este se mostra necessário para monitorar a evolução e ajustar o plano terapêutico.

Além do tratamento, o médico desempenha um papel fundamental na prevenção e promoção da saúde. Isso inclui o rastreamento de doenças por meio de avaliações periódicas e exames de rotina, a educação em saúde, que orienta e incentiva hábitos de vida saudáveis para reduzir riscos e prevenir complicações, e a coordenação do cuidado, assegurando um acompanhamento integral e multidisciplinar, especialmente em casos que demandam abordagens mais complexas. Dessa forma, o médico contribui para a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes.

Além dos aspectos técnicos, essa abordagem médica também se fundamenta em uma forte dimensão humanística. A empatia e a comunicação eficaz são essenciais para que o paciente se sinta acolhido, compreendido e respeitado, fortalecendo a relação médico-paciente. O respeito à autonomia é igualmente fundamental, permitindo que o paciente participe ativamente das decisões sobre seu tratamento, sempre de forma informada e consciente.

A documentação e o registro médico são componentes indispensáveis do atendimento. O prontuário médico registra de maneira detalhada todas as consultas, exames, tratamentos e a evolução do paciente, garantindo um histórico completo para futuras referências e continuidade do cuidado. Isso é particularmente crucial para pacientes com doenças crônicas, que necessitam de um acompanhamento prolongado, assegurando, assim, a qualidade de vida e o bem-estar ao longo do tempo.

A Teleconsulta é um serviço que possibilita a realização de consultas através da internet. Por meio da videoconferência, o paciente pode receber orientações e tratamento de maneira confortável e segura, sem a necessidade de deslocamentos. Este serviço representa uma opção prática e eficiente para aqueles que buscam cuidados médicos de forma mais conveniente.

Iniciamos com uma anamnese detalhada dos aspectos biopsicossociais, a fim de compreendermos melhor a história de vida da pessoa e as influências sociais e culturais que a afetam, sempre priorizando uma escuta atenta, qualificada e ativa. Em seguida, oferecemos um espaço para a pessoa se expressar livremente, permitindo que compartilhe suas preocupações, angústias e dúvidas de forma mais profunda.

Prosseguimos com uma análise objetiva e, quando necessário, utilizamos escalas para mensurar o impacto de sua condição de saúde na qualidade de vida e funcionalidade, além da análise de exames laboratoriais. Após avaliação e interpretação dos resultados dos exames, discutimos em conjunto as possibilidades diagnósticas e opções de tratamento, fornecendo as orientações necessárias e elaborando um plano terapêutico individualizado.

Ao término da teleconsulta, encaminhamos a receita e as informações do plano terapêutico individualizado, juntamente com os pedidos de exames, quando necessário. Oferecemos um acompanhamento pós-consulta, proporcionando ao paciente um contato direto para ajuste de doses de medicação, caso seja necessário, visando aumentar sua segurança e potencializar as chances de melhoria na qualidade de vida.

Sim, há condições especiais para pacientes que assisti no SUS e pessoas cadastradas no CADúnico. 

A cannabis medicinal é um composto que contém mais de 120 canabinóides, sendo o THC e o CBD os mais estudados até o momento. Esses componentes interagem com o sistema endocanabinoide do corpo humano, que desempenha um papel crucial na regulação de diversas funções vitais, como dor, apetite, humor e sono.

O óleo de cannabis é uma forma eficaz de utilizar a planta, pois permite uma dosagem controlada dos componentes ativos. A combinação de THC e CBD, presentes nos óleos de espectro amplo (full spectrum), que também contêm terpenos e flavonoides, visa reduzir os efeitos colaterais, pois o efeito comitiva propicia uma ação nos receptores canabinoides com uma dosagem menor que o CBD isolado.

Testes têm consistentemente demonstrado os benefícios da cannabis no tratamento de várias doenças crônicas e neurológicas graves, e à medida que mais casos de sucesso são documentados, a eficácia da cannabis medicinal fica mais evidente para a sociedade.

As indicações terapêuticas da cannabis medicinal incluem o tratamento de epilepsia, dores neuropáticas, sintomas comportamentais em pacientes com Alzheimer e autismo, além de promover melhorias na qualidade de vida e bem-estar. O óleo de cannabis também tem demonstrado efeitos semelhantes aos medicamentos ansiolíticos e antidepressivos, auxiliando no alívio da ansiedade, estresse, insônia, e outros problemas de saúde mental. A prescrição varia conforme o paciente e a doença, sendo recomendado começar com doses mínimas e ajustar ao longo do tratamento.

Em resumo, a cannabis medicinal oferece uma série de benefícios terapêuticos significativos, muitos dos quais não são alcançados apenas com medicamentos convencionais. Seu potencial de tratamento é amplo e diversificado, podendo ser utilizado para substituir medicamentos que podem ser danosos em uso contínuo, ou em associação com medicamentos alopáticos em casos refratários, oferecendo novas possibilidades para pacientes com uma variedade de condições médicas.

Não ofereço sessões particulares com o uso de substâncias psicodélicas.

É importante ressaltar que a prática da PAP (Psicoterapia Assistida por Psicodélicos) não está regulamentada no Brasil, sendo permitida apenas em contexto de pesquisa devido ao seu caráter experimental.

Apesar do caráter experimental no Brasil, diversos estudos têm apresentado resultados promissores da PAP no tratamento de diferentes condições de sofrimento mental, com potenciais benefícios significativos. A terapêutica psicodélica, ao influenciar na neuroplasticidade cerebral, amplia as possibilidades de explorar um campo de experimentações que potencializam instrumentos analíticos para a compreensão da realidade em suas diversas dimensões, contribuindo também para a criação de novos significados. Isso tem o potencial de promover transformações não apenas em um nível subjetivo e/ou individual, mas também em um nível concreto e/ou coletivo, ampliando os horizontes para a superação não apenas de contradições individuais, mas também do nosso atual modo de produção e reprodução da vida.

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